Información nº122

Situación en Mozambique.

Situaçäo em Moçambique. Wanjheriha!

En esta situación que atravesamos desde marzo de 2020, a nadie se nos escapa que afecta de una manera especial a los países y personas más débiles. Así nos lo cuentan los testimonios de escolapios de diferentes provincias, los procedentes de Emaús que están al servicio de otras demarcaciones, o el informe que tanto la Orden como Itaka-Escolapios nos ofrecían antes de verano.

También a nuestra comunidad de Mozambique, con quienes hemos tenido que cambiar nuestros planes de visitas y comunicaciones. Cancelamos la visita a su comunidad prevista para el pasado junio, y aún es difícil precisar cuándo será posible viajar para hacerla. Mientras tanto, mantenemos nuestras comunicaciones y estamos al tanto de su situación. El jueves pasado, 3 de septiembre, tuvimos la última, una conexión por wasap desde Nanjua, el punto más cercano a nuestra comunidad en el que se puede encontrar Wifi con más facilidad que en nuestra casa. Acudieron los tres de la comunidad, André, Jean de Dieu y Jean Bernard Dialomao y repasamos juntos los aspectos más relevantes de su vida comunitaria y de la situación en la que viven.

Hay que destacar que a pesar de todo, mantienen la vida comunitaria con vigor y profundidad, y un excelente trabajo , inventando la manera de sobrellevar este momento tan especial y de sostener a las familias de nuestra parroquia y entorno, además de a los muchos refugiados, más de 300 personas, que procedentes de la zona norte del país, de nuestro distrito de Cabo Delgado, huyen del conflicto y de los ataques terroristas. La población de nuestra parroquia de Minheuene las ha acogido en sus casas familiares aumentando así sus necesidades de alimentación y mantenimiento.

Aunque oficialmente la vida del país ha estado paralizada y en confinamiento, con la Escolinha y las actividades pastorales cerradas, la población continúa trabajando en la “machamba”, los campos de los que subsisten, y que la extensión de nuestra parroquia ha permitido compartir e impulsar. Así, lo que hemos ido llamando “proyecto agro pastoral”,  con la intención de aumentar su productividad y convertirlo en un proyecto de crecimiento y desarrollo comunitario, ha ido dando ocupación a unos cuantos de aquellos jóvenes en los diferentes huertos y plantaciones, tanto en los alrededores de la comunidad, como en la Escolinha, para servir al comedor de los niños y niñas.

A través de Itaka-Escolapios seguimos haciendo viables los diferentes proyectos, buscando fuentes de financiación y posibles alianzas con otras entidades, para impulsar todo ello. Este mes de septiembre, Igor Irigoyen, nuestro contacto con el Equipo de Sede en Mozambique, retoma también las correspondientes conexiones. Y como una comunidad mas de Emaús, sus presupuestos comunitarios se comparten también con nuestro Equipo Provincial de Gestión para posibilitar la vida y la proyección de futuro en aquella tierra. Esperemos que podamos paliar los efectos de la pandemia – es difícil precisar los efectos del COVID en aquella población con una cobertura sanitaria muy deficiente- y seguir planificando nuestro crecimiento como escolapios allí.

Por ahora las conversaciones con nuestros hermanos nos mantienen esperanzados, dejándonos contagiar por su actitud positiva y sus iniciativas. Tres religiosos escolapios que conservan y comparten la alegría, que se muestran optimistas ante los retos de su misión y con ganas de afrontar la situación. Y un equipo de personas- la incipiente comunidad cristiana escolapia- en torno al Proyecto escolapio, involucradas en hacerlo crecer. Por lo pronto, este domingo 6 de septiembre se retoman las Eucaristías en nuestra Iglesia central de Minheuene, todavía no en el resto de comunidades, en tres horarios diferentes, 6, 8 y 10 de la mañana,  – ya celebraron también una Eucaristía el día 25, San José de Calasanz- y preparan la actividad de la Escolinha para el primero de octubre.  

Hoy nos invitamos a rezar con ellos, a recordarles en nuestras comunidades y a hacer presente la realidad de Mozambique entre nosotros con las publicaciones, noticias y fotos que tenemos a nuestra disposición. Y a reiniciar con aquella población Makua a la que sentimos hermana, y con la que en su lengua nos preparamos para este nuevo curso; Wanjerinha !!, Reiniciamos, en todos sus sentidos. Hasteko prest !!

 

Nesta situação que vivemos desde março de 2020, ninguém nos escapa que atinge de forma especial os países e as pessoas mais frágeis. ADe acordó com os testemunhos dos escolápios das diversas províncias, os dos procedentes de Emaús que estão ao serviço de outras demarcações, ou o relatório que tanto a Ordem como os irmäos de Itaka- Escolápios nos ofereceram antes do verão.

Também atinge à nossa comunidade em Moçambique, com quem tivemos que alterar os nossos planos das visitas e comunicaçöes. Cancelamos a visita à sua comunidade programada para junho passado, e ainda resulta difícil dizer quando será possível viajar para fazê-la. Enquanto isso, mantemos nossas comunicações e estamos cientes de sua situação. Na última quinta-feira, 3 de setembro, tivemos a última, uma conexão por wasap de Nanjua, o ponto mais próximo de nossa comunidade, onde o Wifi pode ser encontrado com mais facilidade do que em nossa casa. Os três membros da comunidade, André, Jean de Dieu e Jean Bernard Dialomao, compareceram e revisamos juntos os aspectos mais relevantes de sua vida comunitária e da situação em que vivem.

Devemos destacar que a pesar de tudo mantém a vida comunitaria com vigor e o excelente trabalho que realizam, inventando uma forma de afrontar este momento especial e de apoiar as famílias da nossa paróquia e meio ambiente, bem como os numerosos refugiados, mais de 300 pessoas, procedentes do norte do país, do nosso distrito de Cabo Delgado, estão fugindo do conflito e dos ataques terroristas. A população da nossa paróquia de Minheuene acolheu-os nas suas casas familiares, aumentando assim as suas necessidades quotidianas de alimentação e manutenção.

Embora oficialmente a vida do país tenha estado paralisada e em confinamento, com a Escolinha e as atividades pastorais encerradas, a população continua a trabalhar na «machamba», os campos os quais depende a subsatëncia, e que agraças a extensão da nossa Paróquia nos  permite partilhar e impulsar. Assim, o que temos chamado de “projeto agro-pastoral”, com o intuito de aumentar sua produtividade e torná-lo um projeto de crescimento e desenvolvimento comunitário, tem dado emprego a alguns desses jovens nas diversas hortas e plantações, tanto no entorno da comunidade, como na Escolinha, para servir o refeitório dos meninos e meninas.

Através do Itaka-Escolapios continuamos a viabilizar os diversos projetos, buscando fontes de financiamento e possíveis alianças com outras entidades, para promover tudo isso. Este mês de setembro, Igor Irigoyen, o nosso contato com a Equipe da Sede em Moçambique, assume também as ligações correspondentes. E como mais uma comunidade de Emaús, seus orçamentos comunitários também são compartilhados com nossa Equipe de Gestão Provincial para tornar possível a vida e o projeto de futuro naquela terra. Esperamos poder aliviar os efeitos da pandemia – é difícil especificar os efeitos do COVID naquela população com uma cobertura de saúde muito deficiente – e continuar planejando nosso crescimento como Escolápios nessa terra.

Por enquanto, as conversas com nossos irmãos nos mantêm esperançosos, permitindo-nos ser contagiados por sua atitude positiva e por suas iniciativas. Três religiosos escolápios que preservam e compartilham a alegria, otimistas com os desafios de sua missão e ansiosos por enfrentar a situação. Além de uma equipe de pessoas – a incipiente “Comunidade Cristä Escolápia” – em torno do Projeto escolápio, empenhada em fazê-lo crescer. Por enquanto, neste domingo, 6 de setembro, as Eucaristias serão retomadas em nossa Igreja central de Minheuene, mas ainda não no resto das comunidades, em três horários diferentes, 6, 8 e 10 da manhã, – eles também celebraram uma Eucaristia no dia 25, Säo José de Calasanz- e estão preparando as atividades da Escolinha para o primeiro de outubro.

Hoje somos convidados a rezar com eles, a lembrá-los nas nossas comunidades e a fazer presente a realidade de Moçambique entre nós com as publicações, notícias e fotos que temos à nossa disposição. E para recomeçar com aquela população Makua com a qual nos sentimos uma irmã, e com a qual na sua língua nos preparamos para este novo curso; Wanjerinha !!, Recomeçamos, em todos os seus sentidos. Hasteko prest !!

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